Assessoria em Reforma Tributária: Chegue em 2027 com a Empresa Pronta

Diagnóstico de impacto do IBS e da CBS na sua operação, revisão de preços, créditos e contratos e acompanhamento de cada etapa do cronograma de transição — sem susto e sem improviso.

Diagnóstico de impacto Preços, créditos e contratos Adequação de sistemas e cadastros Acompanhamento do cronograma
Assessoria em Reforma Tributária

A maior mudança tributária em décadas já começou a valer

A Emenda Constitucional 132/2023 e a Lei Complementar 214/2025 substituem cinco tributos sobre o consumo — PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS — por um IVA dual: a CBS, federal, e o IBS, de estados e municípios, além do Imposto Seletivo sobre produtos específicos. Muda a base de cálculo, muda quem arrecada, muda onde o imposto é devido e muda a forma de tomar crédito.

2026 é o ano de teste, com alíquotas simbólicas de CBS e IBS e a exigência de destacar os novos tributos nos documentos fiscais. Em 2027 a CBS entra pra valer e PIS e COFINS acabam. De 2029 a 2032 o ICMS e o ISS são reduzidos gradualmente enquanto o IBS sobe, e em 2033 o modelo novo passa a valer sozinho. Ou seja: as decisões que mais pesam — preço, contrato, sistema, cadastro — precisam ser tomadas agora, não em 2033.

Para a indústria, o impacto é maior do que para a média das empresas. O crédito passa a ser amplo e financeiro, o que muda a conta de compras, fretes, energia e serviços; a tributação no destino altera a lógica de distribuição e de preço por região; e os benefícios fiscais de ICMS, tão presentes no Rio Grande do Sul, entram em regime de compensação por prazo determinado.

O Coplane acompanha a empresa em todas as fases da transição: mede o impacto no seu caso concreto, revisa a formação de preço, ajusta contratos e cadastros, orienta a parametrização do ERP e mantém a apuração e as obrigações em dia enquanto os dois sistemas convivem. O trabalho se apoia na escrituração contábil e na conformidade fiscal, e costuma andar junto com o planejamento tributário, a revisão tributária e os incentivos fiscais do RS.

Escopo do Serviço

O Que Fazemos na Assessoria de Reforma Tributária

Do diagnóstico de impacto à convivência entre o sistema antigo e o novo

Diagnóstico de Impacto

Simulação da carga tributária da sua operação no modelo IBS/CBS frente ao modelo atual, produto a produto e por canal de venda.

Revisão de Preços e Margem

Reconstrução da formação de preço com a nova base de cálculo e o crédito ampliado, para preservar margem sem perder competitividade.

Contratos e Cláusulas

Revisão de contratos de fornecimento e de longo prazo, com cláusula de reequilíbrio para a mudança de tributos ao longo da transição.

Cadastros e Sistemas

Orientação na parametrização do ERP e na revisão de cadastros de produtos, clientes e fornecedores exigidos pelo novo leiaute fiscal.

Apuração na Transição

Condução da apuração e das obrigações acessórias no período em que os tributos antigos e os novos convivem na mesma nota.

Créditos e Fluxo de Caixa

Planejamento do aproveitamento de créditos, dos saldos acumulados de ICMS e do efeito do recolhimento na liquidação sobre o caixa.

Passo a Passo

Como Conduzimos a Adequação

Um roteiro por etapas, acompanhando o calendário da Reforma

1

Diagnóstico

Levantamos operações, produtos, regimes e benefícios em uso e medimos o impacto do IBS e da CBS no seu resultado.

2

Plano de Adequação

Definimos as frentes e o cronograma: preço, contrato, cadastro, sistema e caixa, cada uma com prazo e responsável.

3

Implantação

Acompanhamos a parametrização fiscal, a emissão dos documentos com os novos campos e os testes com o time da empresa.

4

Monitoramento

Revisamos a apuração a cada fase da transição e ajustamos o plano conforme a regulamentação avança.

Para Quem É

Quem Precisa Se Preparar Agora

A Reforma atinge todo mundo, mas há perfis em que o efeito é mais forte e mais rápido:

  • Indústrias com operação interestadual, que sentem diretamente a mudança para a tributação no destino e a revisão da política de preços por região.
  • Empresas com benefícios fiscais de ICMS — FUNDOPEM, Integrar/RS, créditos presumidos e regimes especiais —, que precisam entender como o benefício se comporta durante a transição.
  • Negócios com contratos de longo prazo, fornecimento recorrente ou preço travado em tabela, que correm risco de carregar sozinhos a variação tributária.
  • Empresas com ERP e cadastro desatualizados, em que a emissão no novo leiaute fiscal costuma travar antes de qualquer discussão sobre alíquota.
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    Análise detalhada da situação atual da sua empresa.

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    Consultores especializados no seu segmento.

  • Proposta Sob Medida

    Escopo ajustado ao porte e à realidade do seu negócio.

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Dúvidas Frequentes

Perguntas Frequentes sobre Assessoria em Reforma Tributária

Respostas diretas para o que os empresários mais perguntam

O que muda com a Reforma Tributária?

PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS são substituídos por dois tributos sobre o valor agregado: a CBS, federal, e o IBS, de estados e municípios. Também é criado o Imposto Seletivo, que incide sobre produtos específicos. O crédito passa a ser amplo, o imposto é devido no destino e a cobrança fica separada do preço.

Qual é o cronograma da transição?

2026 é o ano de teste, com alíquotas simbólicas e destaque dos novos tributos nos documentos fiscais. Em 2027 a CBS entra integralmente e PIS e COFINS são extintos. Entre 2029 e 2032 o ICMS e o ISS são reduzidos gradualmente enquanto o IBS avança, e em 2033 o novo sistema passa a valer sozinho.

Minha empresa é do Simples Nacional. A Reforma me afeta?

Sim. O Simples Nacional continua existindo, mas a empresa passa a decidir como recolhe IBS e CBS, e essa escolha afeta o crédito que ela transfere para os clientes. Quem vende para outras empresas precisa avaliar o efeito dessa decisão na própria competitividade.

O que acontece com os incentivos fiscais de ICMS, como o FUNDOPEM?

Os benefícios onerosos de ICMS concedidos por prazo certo seguem regra de transição e passam a ser tratados por um fundo federal de compensação até 2032, dentro de condições e prazos definidos na legislação. Por isso vale revisar agora como o incentivo está formalizado e como ele entra no seu planejamento.

Por que começar a adequação antes de o novo sistema valer por completo?

Porque as decisões que mais custam caro são tomadas com antecedência: preço de tabela, contrato de fornecimento, política comercial por região, investimento em sistema e estrutura de cadastro. Quem espera 2033 leva o impacto todo de uma vez, sem margem para corrigir.

O que a empresa precisa fazer nos sistemas?

Atualizar o ERP e o emissor para o leiaute fiscal com os campos de IBS e CBS, revisar os cadastros de produtos e de parceiros e testar a emissão antes das datas de obrigatoriedade. É a frente com maior prazo de execução e a que costuma ser deixada para o final.

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